Ela era uma idiota! Sim, imbecil e tudo mais. Como pôde fazer aquilo? Logo com quem prezava e por motivos tão efêmeros. Nada era certo, nada existia. Ela sorria abobalhada, crendo numa falsa liberdade. Na verdade, ela não queria ter feito, relutou por muito tempo, mas não foi ela quem fez nada. Ela só se achava culpada, mas não era. Uma bobalhona. Pôs se a chorar, desvendando sua fragilidade e sentimentos pueris. Comportava-se como um criança, às vezes, mas não o era....era um monstro. Pérfida e igual a todos os humanos. Falhou. Ficou triste, mas sorriu. Ninguém percebeu, nem mesmo ela, mas por dentro estava morta. Murcha. Era o fim. |