About Me


Nome: Lívia Bueno
Idade: 23 anos
Cidade: Rio de Janeiro
Signo: Aquário
Ascendente: Libra
Lua: Áries
O que eu faço: Estudo Comunicação Social
[Jornalismo]
na FACHA e Letras
[Port/Alemão]
na UFRJ.
Atualmente estou com as faculdades trancadas, pois estou fazendo intercâmbio nos USA.
Música: Gosto de Doom,
Gothic e Melodic.AMO DEMAIS a banda HIM!
Longe disso,
gosto de Legião Urbana,
Los Hermanos e Alanis Morrissette.
E-mail:
bueno_lee@hotmail.com
AVISO:Todos os posts
são escritos
por mim,quando não,
sempre dou os créditos
ao autor.
2° AVISO:Eu escrevo nesse blog
pra mim mesma.
Todos são bem-vindos,
mas aqui é o MEU canto.

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Monday, October 22, 2007
terminal
É como se eu tivesse ido ao médico e ele ter afirmado com todas as letras, sem rodeios e delongas, que minha vida terminaria em breve. Como se tivesse me dito que teria apenas mais seis meses pela frente, podendo prorrogá-los por no máximo sete.


Um turbilhão de sentimentos assolam-se no meu ser. É uma desânimo e uma euforia que caminham juntos. A linha é tênue entre eles e em questão de segundos troco o sentimento. É uma sensação de impotência.

Não adianta, não tenho escolha.

Não, não tem como burlar certas coisas, nem dar um jeitinho. Fala-se de sentimentos, de saúde, de planos, de vidas diferentes.


A gente sempre pensa que certas coisas nunca acontecerão conosco, só com os outros, nos livros, nas novelas. Pensamos que somos imunes e que tudo é muito distante, mas, num determinado momento de nossas vidas, percebemos que somos tão frágeis e desprotegidos como qualquer mocinha boba de um também qualquer folhetim barato.

É frustrante.

Ao mesmo tempo você pensa em desistir e se entregar de vez ao fadado destino predeterminado e também pensa em viver ao máximo, fazer tudo que pode nesse curto espaço de tempo. Passa a ser mais humano, permitir-se. Fazer tudo que sempre quis, mas a timidez ou a falta de grana impediam. Passa a achar banais e estúpidos assuntos que antes te tiravam do sério.


Você percebe a pouca importância que sua pessoa tinha pra quem você estimava em demasia e o quanto era querido e estimado por quem você desdenhava, não dava bola e até menosprezava. Sente-se uma tola! Injusta! Ingrata!

Quer voltar no tempo, mas não é possível, nem mesmo avançar, dadas as condições e limitações.



Quando você está prestes a morrer, é que aprende a viver
posted by Lee Bueno @ 1:38 AM  
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