About Me


Nome: Lívia Bueno
Idade: 23 anos
Cidade: Rio de Janeiro
Signo: Aquário
Ascendente: Libra
Lua: Áries
O que eu faço: Estudo Comunicação Social
[Jornalismo]
na FACHA e Letras
[Port/Alemão]
na UFRJ.
Atualmente estou com as faculdades trancadas, pois estou fazendo intercâmbio nos USA.
Música: Gosto de Doom,
Gothic e Melodic.AMO DEMAIS a banda HIM!
Longe disso,
gosto de Legião Urbana,
Los Hermanos e Alanis Morrissette.
E-mail:
bueno_lee@hotmail.com
AVISO:Todos os posts
são escritos
por mim,quando não,
sempre dou os créditos
ao autor.
2° AVISO:Eu escrevo nesse blog
pra mim mesma.
Todos são bem-vindos,
mas aqui é o MEU canto.

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Sunday, April 29, 2007
odeio os humanos
Definitivamente. Eu os odeio e MUITO!

Já fiz várias divagações acerca disso, mas nunca chego a uma conclusão. Alliás, acho que agora cheguei. Humanos não têm conserto. São ruins, maus, hipócritas, falsos, nojentos, feios, sujos. Pronto e acabou! (ou não)
Ninguém é amigo de ninguém e eu sofro com isso, porque sou humana, demasiadamente humana, mas na essência de um ser humano; na maneira como ele deveria ser, imperfeito, porém descente e confiável. Também tenho defeitos, mas não baixo mais a cabeça... a não ser pra fugir das pedras que tentam tacar em minha cabeça, mas ao mesmo tempo serei ágil com as mãos e puxarei seus pés pra vc cair.
Vingativa, humana.

Eu odeio os humanos.
posted by Lee Bueno @ 8:12 PM   2 COMENTANDO AQUI
Wednesday, April 25, 2007
Lívia B.
25/04/07
Ela ouvia Radiohead no winamp. Ela lia as notícias na internet e também fuxicava a vida dos outros no orkut e myspace! Ah, nos fotologs também. Ela parou por um minuto e percebeu o quanto sua vida havia mudado num curtíssimo espaço de tempo. Na verdade não sabia se era tão curto assim, afinal o tempo é relativo. As mudanças iniciaram-se há 8 anos na verdade. Meu Deus! OITO anos! Isso é MUITO tempo, não foi um curto espaço de tempo como havia pensado. Na verdade, esses anos passarm num piscar de olhos e essas mudanças tiveram níveis, fases. Há oito foi quando começou a ensaiar sua liberdade, mas não era muito corajosa, não possuía todos os meios necessários para isso e a criação que tivera fazia com que, mesmo contrariada, tentasse baixar a cabeça e deixar pra depois, pra daqui a alguns poucos anos, mas ela queria naquele momento. Queria ser livre. Apenas isso.
Ela estava com quinze anos. Era uma adolescente e ninguém leva adolescentes a sério. Nunca havia ido a uma balada e tampouco tivera um namorado. Era uma criança que apesar d ejá não mais brincar com suas barbies, não sentia-se adulta o suficiente para agir como suas amigas da escola. Aos poucos foi crescendo e novas experiências surgindo. Sempre tivera um gênio muito forte e isso fez com que encontrasse algumas dificuldades em seu caminho, mas ela superava. Ou não.
Depois de oito anos ela finalmente notou mudanças em sua vida, desde os cabelos e as roupas até mesmo sua personalidade. Vestia-se de maneira própria e chamativa, tinha pircing e cabelos coloridos. apesar d eno fundo(às vezes) se achar uma boa pessoa sabia que era agressiva, fosse na maneira de tratar algumas pessoas (principalmente familiares- desculpe), ou pelo próprio visual.
Parou e pensou que nesses oito anos não havia feito muita coisa e, ao mesmo tempo, fizera muito! Passou da garotinha feia e sem graça da escola à jovem pseudo-famosinha e desejada por alguns. De longe era uma super-star, mas pode sentir o gosto de ser popular em alguns meios e sentir-se o centro das atenções. Ela gostava disso! Com o tempo, decepcionou-se e viu que havia coisas mais importantes, mas é fato que ela viveu isso. Está gravado na memória, na aparência, nos históricos, nas fotos, na sua atual personalidade. Viu que não era mais uma garotinha e sim uma jovem adulta de vinte e três anos. Chorou; não resistiu às lágrimas emergentes e sentiu falta de sua vida. Do que foi um dia, mas, um segundo depois, sentiu vergonha, dor por ter feito coisas erradas. Talvez essas ''coisas erradas'' tenham soado forte demais, mas pra ela eram erradas. Se pudesse voltar no tempo, não as faria novamente, mas sabe que se as fez, foi porque na hora teve algum motivo e estas mesmas servem pra que ela seja o que é hoje. Seja isso bom ou não.
Ela pensou em não mostrar issoa ninguém, mas precisava de ajuda. Por dentro, ela não cresceu. Continua a mesma menininha frágil e medrosa de sempre.
Ela sente saudades...MUITAS, mas não consegue dizer.
A pobre menina fechou seu documento de word e resolveu parar de escrever. Foi olhar fotologs e tentar abstrair. Não queria mais chorar por aquele dia.
posted by Lee Bueno @ 3:53 PM   1 COMENTANDO AQUI